26 de fevereiro de 2008

Vitae


Se me falar às alturas, te calo.
Roubando minhas logísticas simples e complexas não conseguem me convencer.
Não conseguirão me agradar.
Não conseguirão me roubar pois não cederei às chuvas de artifícios baratos para levarem minhas narinas que aspiram idéias mais complexas que sua mesinha de bar irá compreender.
Não me jogue nessa arquibancada de circo sem dono como um macaco indomável que roubaria amendoins que eu certamente desprezo, pois não sou corrompido por elogios provincianos.
Um passo para o topo é aquela pegada que pego, que piso, que me pisam sem dó para que eu não consiga.
Um piso falso, a minha vida por um passo, que tentam pular com rasteiras e sorrisos estampados no rosto
Que rosto é esse?
Não me enganariam dessa forma.
Eu certamente fugiria desse circo.
E sem os amendoins.

Ass: Pedro Gazzinelli

Um comentário:

Diogo disse...

esse fico doido maluco...