11 de janeiro de 2009

Appaloosa



Rodeado de pessoas presas em fotos, onde quer que eu vá vejo vocês decorando as paredes da minha sala.
Sem sentimento. Tudo ficou preso em uma imagem instantânea que imagino ser real.
Jogo carteado contra mim mesmo, busco esperança na solidão, sem José ou João, quero somente sonegar os imposto de uma emoção gélida.
A cada dia aprendo mais quem eu não sou, e principalmente me moldo de forma a tomar uma forma irreconhecível.
Tomo meu veneno, o que te mata me fortalece, assim sigo a vida, de contradições cotidianas a razões irracionais.
Nunca te pedi nada, somente desta vez deixe o ouvido para mim, ao menos dessa vez deixa eu fazer o que eu realmente quero.
Com o vento na cara a galope tento sair desse urbano viceral.
Sigo a relva em busca da minha liberdade, liberdade essa que só encontrarei sozinho.
Appaloosa.
Somente eu e você, em busca do meu sonho.

Ass: Diogo

3 comentários:

Pedro GAzzinelli disse...

Gostei!
Ja começou 2009 né?
Eu ainda não encontrei o "Q" desse ano! huauahau

Anônimo disse...

É...INTERESSANTE MESMO HEIN,GENTE?
PRIMEIRO VOCES FALAM AQUELA PALHAÇADA SOBRE AS CALOTAS DE GELO,COM UM TEXTO MAL ESCRITO E UMA IGNORÂNCIA TAMANHA ACERCA DOS ESTADOS BRASILEIROS,AGORA,SEM ASSUNTO,VAI POESIA!!!E AINDA DIZ QUE É JORNALISTA...NÃO SERÁ JORNALEIRO,REGIES???

Regies Celso disse...

Querido Amigo Anônimo Imbecil:

Quem escreveu esse texto que Vossa Ignorância está comentando não fui eu, uma vez que esse blog tem 3 autores, tudo muito bem explicado na página inicial do site.
Se você fosse algum leitor que tivesse alguma importância para nós, no mínimo saberia ler.
Aqui, não nos interessamos por leitores analfabetos.

Um abraço,

Regies Celso.