24 de outubro de 2008

Amo-Te.



Não me entenda mais, isso não é necessário.
Não me chame mais, porque isso é secundário.
Agora, o que eu só quero são suas palavras de carinho para que eu possa dormir em paz.
Agora, o que eu só quero é deixar de ser a alma egoísta que você diz que eu me tornei.
Quero você de volta. Quero você de volta pra mim.
Quero você de forma ciumenta em que meus minutos se tornem seus.
Quero você em minha vida.
Eu, agora, sei quem você era, mas não sei mais quem somos “nós”.
Quero chorar de alegria ao te entregar flores e ouvir “Te amo”.
Não quero mais o choro da tristeza.
Não quero mais nossa tristeza, nossas conversas transtornadas, nossos desentendimentos.
Não quero mais não saber entender o que eu, realmente, e infelizmente, não consigo entender.
Quero apenas você, do seu jeito, a minha escada, a minha musa inspiradora, de relatos felizes.
Quero não conseguir escrever textos bonitos, pois na tristeza o poeta é mais.
Quero não ser mais, quero você, e essa é a minha prece.
Amo-te.


Ass: Pedro Gazzinelli de Barros

3 comentários:

Diogo disse...

TE DESCULPO MEU AMORRRRRRRRRRR........ auehuaeh..q texto poetico e lindo........ e salve a tristeza, poetas só encontram a sua felicidade na tristeza!!!!!

Anônimo disse...

Concordo u.u kkkk
Os poemas mais bonitos foram feitos em momentos de profunda tristeza,e talvez por isso saiam tão sinceros. ;x minha opnião.
beijos
Yasmin

JoSé GUarÁ disse...

Quero não conseguir escrever textos bonitos, pois na tristeza o poeta é mais.
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Uma triste máxima!